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terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Uma flor para ti!




Está frio, muito frio.

No entanto, aqui onde estou, o brilho quente do sol entra pela vidraça e vai aquecendo o ambiente e a alma!

E sabe bem.
Tenho pena que não tenhas podido conhecer este cantinho solarengo que acabei por conseguir construir.

Recordo-te com saudade mas com a tranquilidade que me ensinaste a ter.
Por isso, deixo-te mais uma flor.
Obrigada

sábado, 3 de abril de 2010

Um passo, uma flor!

Hoje é dia de colocar uma flor!
No jantar que preparámos para os filhos (os meus e os que os meus escolheram!), recordámos as coisas boas que nos ensinaste a fazer!
Foi engraçado percebermos que nos lembramos dos pormenores, das expressões ternurentas que usavas para qualificares cada um de nós (a "doninha" era a mais pequena, a tua pequenita!). Lembrámos, também, as histórias que contavas e rimos (rimos, mesmo!) das partidas que pregavas quando querias "arreliar" a avó!

Pois, à mesa, alguém que nunca te conheceu, riu connosco, ouviu os mais novos falar de ti e, à noite, quando todos rumaram aos seus destinos, comentou: Era um Homem extraordinário! E vocês amam-no muito!

Deixo-te uma flor! Mais uma!

terça-feira, 2 de março de 2010

...

Nem sempre conseguimos escapar às rasteiras que a vida nos prega! Por vezes, tropeçamos, caímos e as nódoas negras com que ficamos, acabam por nos obrigar a parar.

Depois, devagarinho, vamos tentando recuperar.

Claro que as dores não passam logo. Pois não. Mas é preciso acreditar que passarão!

Quero acreditar. Por isso, escolhi depositar uma flor por cada passo que conseguir avançar, por cada etapa que vencer, por cada vez que consiga pensar em ti com alegria!

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Deixaste-me

Deixaste-me afagar-te a testa
Sentir as rugas que foste ganhando

Deixaste-me beijar-te o rosto
Sentir o teu sorriso terno

Deixaste-me velar o teu sono
Sentir as tuas dores

Deixaste-me ...

...resta-me ...

Sentir a saudade que cresce, cresce, cresce.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Amor

 (Este texto, escrevi-o em 14 de Setembro de 2007)

Hoje lembrei-me muito de ti!
Somos tão egoístas quando crescemos!
Alguma coisa na vida me fez perder a capacidade de demonstrar alguns sentimentos e emoções de que, no entanto, me orgulho.

Lembro-me de quando me ias acordar para vermos, juntos, o nascer o sol!
Lembras-te? Ouvíamos os pássaros a cantar e tu chamavas-me a atenção para alguns que levavam no bico os ramitos para fazerem os ninhos!

E aquelas férias em que fomos, só nós, de comboio?

Em todos os momentos difíceis estiveste comigo. Normalmente, calado. Nunca precisámos de muitas palavras.

Sabes, sempre tive tanto orgulho em te acompanhar.
Continuo a ter. Mesmo quando já não sabes quem sou ou quando me repetes frases sem sentido.



Mas eu sei que não querias que fosse assim.
E isso é o que mais dói.
Não poder preservar a imagem forte, dinâmica e protectora que construíste nas nossas vidas.
Mas é assim que te lembrarei, prometo.