E os passos que deres, nesse caminho duro do futuro, dá-os em liberdade. Enquanto não alcances não descanses. De nenhum fruto queiras só metade.
E, nunca saciado, vai colhendo, ilusões sucessivas no pomar. Sempre a sonhar e vendo, acordado, o logro da aventura. És homem, não te esqueças! Só é tua a loucura onde, com lucidez, te reconheças.
O tempo tem sido pouco. A tranquilidade para escrever, também. Mas não posso deixar de manifestar a revolta!
Porque nunca conseguiria expressar de forma tão lúcida, coerente e clara a revolta que sinto e não posso calar, aqui deixo o Grito de Fernando Nobre. Tenho a certeza que mo permitirá!