
Vidas vazias, com risos aparentes
Enchem a eira onde o sol, indiferente, brilha.
Juntam-se os amigos, tenta-se viver com normalidade
Inventando a família que se queria feliz.
Acorda, muda, transforma!
Sonha, sonha …
Agarra a ponta dessa teia que cresce à tua volta e dá a volta!
Quero ouvir-te gritar: “Ao menos, eu sonhei!”





