APESAR DE VOCÊ!!!!
Vale sempre a pena ouvir o Chico!
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Um dia de nevoeiro...
Um dia a sorte mudará!
Tenho a certeza.
Havemos de ser capazes de, ao resistir, mudar o curso dos acontecimentos e de fazer com que os espartilhos que nos querem vesti, se rompam, não nos sirvam ou, simplesmente, acabem no caixote do lixo!
Tenho a certeza de que, um dia, este pesadelo tem que chegar ao fim!
Até lá, sento-me no escuro, quieta e, se ainda for capaz, rezo!
Alguém, no Universo, me ouvirá, por certo!
E, num cavalo branco ou numa manhã de nevoeiro, entrará neste País uma luz brilhante, quente, linda. A energia que nos transmitirá será a necessária para que tudo volte a ser como antes!
Antes? Antes de quê?
Antes de me ter sentado, no escuro?
Antes de me ter convencido de que alguém me viria tratar da saúde?
Espera! Temos que fazer alguma coisa!
Temos? Quem?
Ah, pois, aqueles que elegemos para nos tratarem da saúde!
Não, não são esses!
São aqueles a quem exigimos que tomem conta daqueles que elegemos para nos tratarem da saúde!!!
Pois, são esses!
Eu? Eu tenho que fazer alguma coisa?
Mas então para que os elegi eu?
Pronto, está bem, eu faço! Mas só se fizermos todos!
TODOS! TODOS mesmo!
Por agora, deixem-me ficar sentadinha no escuro, a ver se ainda serei capaz de rezar!
...deixem-me rir!...
Tenho a certeza.
Havemos de ser capazes de, ao resistir, mudar o curso dos acontecimentos e de fazer com que os espartilhos que nos querem vesti, se rompam, não nos sirvam ou, simplesmente, acabem no caixote do lixo!
Tenho a certeza de que, um dia, este pesadelo tem que chegar ao fim!
Até lá, sento-me no escuro, quieta e, se ainda for capaz, rezo!
Alguém, no Universo, me ouvirá, por certo!
E, num cavalo branco ou numa manhã de nevoeiro, entrará neste País uma luz brilhante, quente, linda. A energia que nos transmitirá será a necessária para que tudo volte a ser como antes!
Antes? Antes de quê?
Antes de me ter sentado, no escuro?
Antes de me ter convencido de que alguém me viria tratar da saúde?
Espera! Temos que fazer alguma coisa!
Temos? Quem?
Ah, pois, aqueles que elegemos para nos tratarem da saúde!
Não, não são esses!
São aqueles a quem exigimos que tomem conta daqueles que elegemos para nos tratarem da saúde!!!
Pois, são esses!
Eu? Eu tenho que fazer alguma coisa?
Mas então para que os elegi eu?
Pronto, está bem, eu faço! Mas só se fizermos todos!
TODOS! TODOS mesmo!
Por agora, deixem-me ficar sentadinha no escuro, a ver se ainda serei capaz de rezar!
...deixem-me rir!...
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
domingo, 7 de setembro de 2008
Férias 4- Parque Nacional da Peneda-Gerês
Cheguei ao Gerês pela Caniçada. A barragem criou uma albufeira onde mais de uma dezena de pescadores à linha parecem satisfeitos com o que o rio lhes oferece!
Este é o único Parque Nacional do País pelo que era previsível que todas as actividades humanas fossem integradas num plano de desenvolvimento sustentável.
No entanto, basta descer até Rio Caldo para se verificar que (espero que apenas no mês de Agosto!!!) o turismo excessivo torna um local que se espera calmo e tranquilo numa verdadeira "feira", onde os carros estacionados ocupam parte das estradas sem bermas, as motas de água quase atropelam as "gaivotas" que deslizam nas águas do Rio Cávado e o lixo nas margens se vai acumulando.
O melhor é mesmo continuar a viagem até Vilarinho da Furnas.As paisagens são magníficas!
Vilarinho da Furnas era uma aldeia comunitária que, em 1971, foi submersa pela albufeira criada pela barragem aí construída. Mesmo com a albufeira cheia é possível verem-se vestígios da aldeia. Um conjunto de moinhos, infelizmente ao abandono, está ainda bem patente numa zona onde as águas da albufeira dificilmente chegam.
A Mata de Albergaria é, também, um lugar de passagem obrigatória. A biodiversidade que aqui encontramos é deslumbrante! Uma das espécies bem preservadas nesta região é o azevinho que se encontra quase em extinção no nosso País. Pelo interior desta mata passa a Geira Romana de que são visíveis vários marcos miliários.
A Geira é uma estrada militar, presumivelmente do séc I d.C, que liga Bracara Avgvsta a Astvrica Avgvsta.
Mas a imagem mais gratificante desta viagem foi encontrar garranos em perfeita liberdade e harmonia!
Ora vejam lá!
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