quarta-feira, 9 de junho de 2010

Confissão

Esperei...

Esperei que percebesses a dor no olhar,
Os gestos contidos, as palavras que ficam engasgadas.

Senti saudade...

Da lua, da sombra, do reflexo na água...
Do cheio a maresia.

Achei que vinhas ...

O caminho era curto,
O calor espreitava, as memórias eram recentes.

Mas...
Nada é o que devia ser!

7 comentários:

fj disse...

É SEMPRE ASSIM...PQ SERÁ Q NADA É O DEVERIA SER?!?
Bjinhos

JPD disse...

Belíssimo!

(Está deliciosamente bem escrito este desencontro, esta falha de expectativa.)

poetaeusou . . . disse...

*
confesso
que adorei
o teu poema !
,
conchinhas luzentes,
ficam,
,
*

gaivota disse...

que lindooooooooooo
e nada é o que deveria ser...
pois não!
mas isso, é um longo tema!!!
beijinhos

fj disse...

falta a palavra "que" no meu comentário:

PQ SERÁ Q NADA É O que DEVERIA SER?!?
Bjinhos


ps: obrigada amiga pelas tuas palavras. Se clicares no meu perfil, o blog já está lá!

Maria disse...

Acho que tem dias... às vezes as coisas são mesmo como deveriam ser. Depois, bem, depois depende tanto da opinião de cada um...

:))
Beijo.

Rosa dos Ventos disse...

Finalmente encontraste a Primavera! :-))
Já estava a estranhar a ausência...

Abraço