Deixaste-me afagar-te a testa
Sentir as rugas que foste ganhando
Deixaste-me beijar-te o rosto
Sentir o teu sorriso terno
Deixaste-me velar o teu sono
Sentir as tuas dores
Deixaste-me ...
...resta-me ...
Sentir a saudade que cresce, cresce, cresce.
sexta-feira, 29 de Janeiro de 2010
sexta-feira, 8 de Janeiro de 2010
Amor
(Este texto, escrevi-o em 14 de Setembro de 2007)
Hoje lembrei-me muito de ti!
Somos tão egoístas quando crescemos!
Alguma coisa na vida me fez perder a capacidade de demonstrar alguns sentimentos e emoções de que, no entanto, me orgulho.
Lembro-me de quando me ias acordar para vermos, juntos, o nascer o sol!
Lembras-te? Ouvíamos os pássaros a cantar e tu chamavas-me a atenção para alguns que levavam no bico os ramitos para fazerem os ninhos!
E aquelas férias em que fomos, só nós, de comboio?
Em todos os momentos difíceis estiveste comigo. Normalmente, calado. Nunca precisámos de muitas palavras.
Sabes, sempre tive tanto orgulho em te acompanhar.
Continuo a ter. Mesmo quando já não sabes quem sou ou quando me repetes frases sem sentido.
Mas eu sei que não querias que fosse assim.
E isso é o que mais dói.
Não poder preservar a imagem forte, dinâmica e protectora que construíste nas nossas vidas.
Mas é assim que te lembrarei, prometo.
Hoje lembrei-me muito de ti!
Somos tão egoístas quando crescemos!
Alguma coisa na vida me fez perder a capacidade de demonstrar alguns sentimentos e emoções de que, no entanto, me orgulho.
Lembro-me de quando me ias acordar para vermos, juntos, o nascer o sol!
Lembras-te? Ouvíamos os pássaros a cantar e tu chamavas-me a atenção para alguns que levavam no bico os ramitos para fazerem os ninhos!
E aquelas férias em que fomos, só nós, de comboio?
Em todos os momentos difíceis estiveste comigo. Normalmente, calado. Nunca precisámos de muitas palavras.
Sabes, sempre tive tanto orgulho em te acompanhar.
Continuo a ter. Mesmo quando já não sabes quem sou ou quando me repetes frases sem sentido.
Mas eu sei que não querias que fosse assim.
E isso é o que mais dói.
Não poder preservar a imagem forte, dinâmica e protectora que construíste nas nossas vidas.
Mas é assim que te lembrarei, prometo.
domingo, 3 de Janeiro de 2010
sexta-feira, 1 de Janeiro de 2010
Ao Novo Ano
Traz-nos a paz
Devolve-nos a alegria
Deixa-nos ser felizes!
Que a justiça se faça
Que o pão se reparta
Que o amor nos conforte!
A Humanidade precisa do teu "empurrão"!
Permite que a Esperança não se desvaneça!
terça-feira, 29 de Dezembro de 2009
quinta-feira, 24 de Dezembro de 2009
Época de Festa
Não fosse o consumismo excessivo e esta poderia ser a Época Perfeita!
Gosto de passear pelas ruas e ouvir a música, ver as luzes que nos iluminam a alma e olhar os rostos que passam por nós, querendo acreditar que, pelo menos por algum tempo, sentem os corações mais felizes!
Espero que todos possam fazer destes dias uma época especial, feliz, perfeita!
Gosto de passear pelas ruas e ouvir a música, ver as luzes que nos iluminam a alma e olhar os rostos que passam por nós, querendo acreditar que, pelo menos por algum tempo, sentem os corações mais felizes!
Espero que todos possam fazer destes dias uma época especial, feliz, perfeita!
segunda-feira, 7 de Dezembro de 2009
Desabafo!
Um dia o País acordou com a notícia de que várias burlas, negócios escuros e processos pouco lícitos teriam provocado a falência de um Banco. (confesso que nunca tinha ouvido falar do dito!)
Alguém foi detido, sujeito a interrogatórios e acusado de ter enriquecido … a esposa ou melhor, a ex-esposa!
Parece que há outros responsáveis.
No entanto, ninguém é culpado até que tal se prove.
Até lá, uns quantos clientes aparecem a reclamar o seu dinheiro que, tudo indica, poderá ter ido parar a uma qualquer conta na Suíça, em nome de uma qualquer ex-esposa!
Mas nada está perdido.
O Estado Português salvará a situação.
Nacionaliza o Banco na falência e, num abrir e fechar de olhos, milhões de euros (nossos) vão parar aos cofres do Banco!
(nossos????, nossos????, pois! Meus, teus, nossos!!!!)
Algum tempo (e milhões de euros) depois, o Banco já não está na bancarrota. Já começou a recuperar. Parece que já consegue “caminhar sozinho”.
Pois bem, está na hora de Privatizar!
Moral da estória: Nacionalizar a miséria, privatizar o sucesso! (com os nossos euros!!!)
E…
O déficit do País aumenta. É preciso contenção!
A palavra de ordem é “Reduzir despesas, aumentar a produtividade”
E começa, aqui, a NOSSA MISSÃO!
Criemos “ESCOLAS DE EXCELÊNCIA” onde, a baixo custo, se consigam muitos diplomas!
Esta é a primeira etapa!
Depois de conhecida a receita do sucesso, há que investir na divulgação dos resultados:
”A Escola A é uma Escola de Excelência! Muitos diplomas, boas notas, muita procura”
Voltemos, então, à Moral da estória: Nacionalizar a miséria, privatizar o sucesso!
Então, um dia, faremos parte de Um Grande Grupo: Continente, Feira Nova, Espírito Santo, Mellos, Amorins…
Quem sabe estaremos a pedir : “compre o livro da Passára” ou “arredonde a sua conta”, “vá lá, seja bonzinho, ajude os pobrezinhos, temos a obrigação de apoiar as escolas normais que nunca serão de Excelência!”
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