quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Janela


Da janela observo o campo que um dia me fizeste descobrir.
Não tarda, chegam as andorinhas em bandos negros e esvoaçam sobre as nossas cabeças acenando às narcejas que se despedem no regresso às terras frias.
Ao entardecer, os grilos cantam e os campos alagados do arroz enchem-se com os diálogos das rãs que observam, pachorrentas, as garças vermelhas que, em voos rasantes, procuram os pequenos moluscos que por ali proliferam.
É bom saborear os sons deste campo!

4 comentários:

MIMO-TE disse...

Eu fiquei a saborear, a sentir, a escutar, a ouvir, tal como se lá estivesse.

Que linda janela essa!

Bjo
Mimo-te

poetaeusou . . . disse...

*
e o mar ao fundo,
em
amarrado trilho,
,
buzios,
deixo
,
*

AURORA ( LOLA ) disse...

Da janela observo o campo que um dia me fizeste descobrir.
Não tarda, chegam as andorinhas em bandos negros e esvoaçam sobre as nossas cabeças acenando às narcejas que se despedem no regresso às terras frias.



Lindo, adorei muito vou voltar mais vezes e a foto está linda.


Obrigado pela visita no meu blog
volte sempre como eu virei mais vezes no seu também.

bjs

parvinha disse...

Líndissimo, belos sons sem dúvida, saudades...
beijo