sábado, 17 de dezembro de 2011
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
O outro 11 de Setembro- em 1973

Deste 11 de Setembro ninguém fala! Mas é bom não esquecer!
HOMENAGEM AO POVO DO CHILE
Foram não sei quantos mil
operários trabalhadores
mulheres ardinas pedreiros
jovens poetas cantores
camponeses e mineiros
foram não sei quantos mil
que tombaram pelo Chile
morrendo de corpo inteiro.
Nas suas almas abertas
traziam o sol da esperança
e nas duas mãos desertas
uma pátria ainda criança.
Gritavam Neruda Allende
davam vivas ao Partido
que é a chama que se acende
no povo jamais vencido.
- o povo nunca se rende
mesmo quando morre unido.
Foram não sei quantos mil
operários trabalhadores
mulheres ardinas pedreiros
jovens poetas cantores
camponeses e mineiros
foram não sei quantos mil
que tombaram pelo Chile
morrendo de corpo inteiro.
Alguns traziam no rosto
um rictus de fogo e dor
fogo vivo fogo posto
pelas mãos do opressor.
Outros traziam os olhos
rasos de silêncio e água
maré-viva de quem passa
uma vida à beira-mágoa.
Foram não sei quantos mil
operários trabalhadores
mulheres ardinas pedreiros
jovens poetas cantores
camponeses e mineiros
foram não sei quantos mil
que tombaram pelo Chile
morrendo de corpo inteiro.
Mas não termina em si próprio
quem morre de pé. Vencido
é aquele que tentar
separar o povo unido.
Por isso os que ontem caíram
levantam de novo a voz.
Mortos são os que traíram
e vivos ficamos nós.
Foram não sei quantos mil
operários trabalhadores
mulheres ardinas pedreiros
jovens poetas cantores
camponeses e mineiros
foram não sei quantos mil
que nasceram para o Chile
morrendo de corpo inteiro.
José Carlos Ary dos Santos
Foram não sei quantos mil
operários trabalhadores
mulheres ardinas pedreiros
jovens poetas cantores
camponeses e mineiros
foram não sei quantos mil
que tombaram pelo Chile
morrendo de corpo inteiro.
Nas suas almas abertas
traziam o sol da esperança
e nas duas mãos desertas
uma pátria ainda criança.
Gritavam Neruda Allende
davam vivas ao Partido
que é a chama que se acende
no povo jamais vencido.
- o povo nunca se rende
mesmo quando morre unido.
Foram não sei quantos mil
operários trabalhadores
mulheres ardinas pedreiros
jovens poetas cantores
camponeses e mineiros
foram não sei quantos mil
que tombaram pelo Chile
morrendo de corpo inteiro.
Alguns traziam no rosto
um rictus de fogo e dor
fogo vivo fogo posto
pelas mãos do opressor.
Outros traziam os olhos
rasos de silêncio e água
maré-viva de quem passa
uma vida à beira-mágoa.
Foram não sei quantos mil
operários trabalhadores
mulheres ardinas pedreiros
jovens poetas cantores
camponeses e mineiros
foram não sei quantos mil
que tombaram pelo Chile
morrendo de corpo inteiro.
Mas não termina em si próprio
quem morre de pé. Vencido
é aquele que tentar
separar o povo unido.
Por isso os que ontem caíram
levantam de novo a voz.
Mortos são os que traíram
e vivos ficamos nós.
Foram não sei quantos mil
operários trabalhadores
mulheres ardinas pedreiros
jovens poetas cantores
camponeses e mineiros
foram não sei quantos mil
que nasceram para o Chile
morrendo de corpo inteiro.
José Carlos Ary dos Santos
domingo, 7 de agosto de 2011
Música para as férias!
As Férias começaram e o tempo permite já parar e ouvir as palavras que nos fazem pairar!
E ditas e tocadas por este Senhor tornam-se mágicas!
Eu gosto muito!
A
E ditas e tocadas por este Senhor tornam-se mágicas!
Eu gosto muito!
A
terça-feira, 2 de agosto de 2011
quarta-feira, 18 de maio de 2011
A praga
Naquele dia apareceu um anjo que lhe disse:
- Estás condenada! Nunca poderás olhar a terra que cultivarás sem o peso da maldicência que pairará à tua volta!
E foi! Talvez tenha voado pois os anjos têm asas. A verdade é que nunca mais o viu!
Quando a terra, rasgada e semeada com tanto suor, começou a deixar sair os pequenitos rebentos a maldição realizou-se!
Sempre que olhava uma planta, a voz entoava em toda a aldeia até que ninguém, mesmo ninguém, conseguisse olhar o que quer que desabrochasse da terra! Cada vez que tentava colher o que a terra dava, toda a aldeia enlouquecia!
E assim será!
domingo, 1 de maio de 2011
As Portas que Abril abriu!
Mesmo que tenha passado
às vezes por mãos estranhas
o poder que ali foi dado
saiu das nossas entranhas.
E se esse poder um dia
o quiser roubar alguém
não fica na burguesia
volta à barriga da mãe.
Volta à barriga da terra
que em boa hora o pariu
agora ninguém mais cerra
as portas que Abril abriu.
Ary dos Santos
às vezes por mãos estranhas
o poder que ali foi dado
saiu das nossas entranhas.
E se esse poder um dia
o quiser roubar alguém
não fica na burguesia
volta à barriga da mãe.
Volta à barriga da terra
que em boa hora o pariu
agora ninguém mais cerra
as portas que Abril abriu.
Ary dos Santos
sexta-feira, 18 de março de 2011
Homenagem ao sol!

Bendito fim de semana!
Se tudo correr bem, o brilhozinho deste sol continuará a aquecer-nos.
A malfadada "crise" continuará a pairar por tudo quanto é televisão e jornal, as caras conhecidas, sempre dispostas a "sofrer na cruz" por nós, lá estarão, os grandes comerciantes continuarão a sua guerra e nós continuaremos a fazer contas, a inventar caminhos de poupança e a abençoar o sol que ainda nos aquece!
Bem, um dia isto tem que mudar!
Ficamos à espera do "D. Sebastião" ou fazemos com que mude?
Eu não gosto de esperar.
sexta-feira, 4 de março de 2011
Esta depressão que me anima
(...)
uma prosa enferrujada
inconveniente e desajeitada
não encontro vestido que me sirva
já não sirvo para nada
vivo do que me dão
nunca falto às aulas de esgrima
e todos os dias agradeço a deus
esta depressão que me anima
A Naifa
uma prosa enferrujada
inconveniente e desajeitada
não encontro vestido que me sirva
já não sirvo para nada
vivo do que me dão
nunca falto às aulas de esgrima
e todos os dias agradeço a deus
esta depressão que me anima
A Naifa
sábado, 26 de fevereiro de 2011
FAUSTO - delicadamente p'ra ti
(...)
Por tudo aquilo que eu vi, delicadamente pra ti
Dedico esta canção de amor com cheirinhos a mil flores
E se acaso restam compassos muitos beijos e abraços.
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Queria saber ler...

Queria saber ler o teu silêncio.
Queria saber ouvir o que não dizes.
O que gritas nesse olhar apático que não consigo ouvir?
Diz-me, diz-me, agarra a minha mão e conta-me.
Contas de várias cores que passam pelas palavras que usas e que contam o que não importa,
Aumentam o silêncio desse olhar que sei que chora por não saber falar!
Queria tanto saber ler!
sábado, 19 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
...E a luz entrou!
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Uma flor para ti!

Está frio, muito frio.
No entanto, aqui onde estou, o brilho quente do sol entra pela vidraça e vai aquecendo o ambiente e a alma!
E sabe bem.
Tenho pena que não tenhas podido conhecer este cantinho solarengo que acabei por conseguir construir.
Recordo-te com saudade mas com a tranquilidade que me ensinaste a ter.
Por isso, deixo-te mais uma flor.
Obrigada
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
É preciso não esquecer!
(...)
Em nome do que passámos
não deixaremos passar
o patrão que ultrapassámos
e que nos quer trespassar.
E por onde a gente passa
nós passamos a palavra:
Cada rua cada praça
é o chão que o povo lavra.
Passaremos adiante
com passo firme e seguro.
O passado é já bastante
vamos passar ao futuro.
Ary dos Santos
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
sábado, 8 de janeiro de 2011
Subscrever:
Mensagens (Atom)